Previsão indica chuvas intensas em Pernambuco nos próximos dias

Áreas de Pernambuco devem enfrentar chuvas mais intensas nos próximos dias, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que emitiu dois alertas amarelos para quinta-feira (25) e sexta-feira (26).
De acordo com o órgão, o volume de chuva pode chegar a 50 milímetros por dia, acompanhado de ventos com velocidades de até 60 quilômetros por hora.
O aviso para a quinta-feira começa às 15h e abrange a Região Metropolitana do Recife, além das zonas da Mata e do Agreste. Já na sexta-feira, o alerta se mantém nessas áreas e se estende ao Sertão pernambucano, além de alcançar outros estados do Nordeste, como Paraíba, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) também projeta um cenário de instabilidade em grande parte do estado ao longo dos próximos dias. Para a quinta-feira, a expectativa é de chuva moderada na Mata Sul, enquanto na Região Metropolitana e no Agreste as precipitações devem variar entre fracas e moderadas. Nas demais regiões, a tendência é de chuvas mais leves.
Na sexta-feira, as chuvas tendem a se intensificar, com previsão de precipitações moderadas na Região Metropolitana e nas zonas da Mata Norte e Sul. No Agreste, o volume deve oscilar entre fraco e moderado, enquanto no Sertão a expectativa é de chuva fraca.
No sábado (27), o cenário de instabilidade continua, com destaque para a Região Metropolitana e a Mata Sul, onde as chuvas devem permanecer moderadas. Já no domingo (28), a tendência é de diminuição gradual das precipitações na maior parte do estado, embora ainda haja possibilidade de chuva, principalmente na Mata Sul.
Para a segunda-feira (29), a previsão indica chuvas de fraca a moderada intensidade na Região Metropolitana, nas zonas da Mata e no Agreste. No Sertão, não há expectativa de precipitações, enquanto Fernando de Noronha deve registrar chuvas fracas.
Os órgãos meteorológicos orientam a população a acompanhar as atualizações e adotar cuidados, especialmente em áreas de risco.
Por Viliane Gomes
