Nova classificação do CNU 2 convoca 702 candidatos para vagas no MGI e no INSS

A Escola Nacional de Administração Pública (Enap) divulgou uma nova classificação de candidatos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2). O resultado consta no Edital nº 228/2026, publicado no Diário Oficial da União na última sexta-feira (31).
Ao todo, foram classificados 702 candidatos, sendo 242 para vagas imediatas remanescentes e 460 para vagas adicionais. As oportunidades são destinadas ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo a Enap, a atualização da lista foi necessária para recompor vagas não preenchidas nas convocações anteriores e também para contemplar novos postos autorizados pelo MGI, com o objetivo de reforçar o quadro de servidores federais.
A convocação segue critérios como ordem de classificação, disponibilidade na lista de espera e cumprimento das políticas de cotas. Os candidatos devem ficar atentos aos prazos e orientações específicas de cada cargo nos atos de convocação.
No caso do Ministério da Gestão, o edital contempla o cargo de analista técnico-administrativo, que exige nível superior em qualquer área. São 508 vagas no total, sendo 208 remanescentes e 300 adicionais.
Já no INSS, foram ofertadas 194 vagas para o cargo de analista do seguro social, distribuídas entre 34 remanescentes e 160 adicionais. As oportunidades abrangem diversas áreas, como serviço social, fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, tecnologia da informação, engenharia, direito, contabilidade, administração e estatística.
A segunda edição do CNU, realizada no segundo semestre de 2025, ofereceu inicialmente 3.652 vagas em 32 órgãos federais. Os cargos foram organizados em nove blocos temáticos, permitindo aos candidatos indicar suas preferências no momento da inscrição.
Do total de vagas, 3.144 foram destinadas a cargos de nível superior e 508 a funções de nível intermediário. O concurso também contou com reserva de vagas para pessoas negras, com deficiência, indígenas e quilombolas.
Outra inovação foi a adoção do mecanismo de equiparação de gênero, que buscou garantir maior equilíbrio entre homens e mulheres na fase discursiva. A medida resultou na participação de mais de 24 mil mulheres, representando cerca de 57% dos convocados.
Por Viliane Gomes
