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Empresários defendem correção no Simples Nacional para alavancar pequenos negócios


  • 21 de setembro de 2025 às 10h10min

Setor produtivo pressiona por uma atualização urgente do teto do MEI, que passaria de R$ 81 mil para R$ 144,9 mil. O congelamento da tabela, em vigor desde 2018, é apontado como um entrave para a competitividade e o crescimento econômico. (Foto: Reprodução)

A proposta de atualização do Simples Nacional ganhou força em uma audiência pública na Câmara dos Deputados. Representantes do setor empresarial pedem a correção de 83,03% nos limites de faturamento, com base na inflação acumulada desde 2018. A medida faria o teto do Microempreendedor Individual (MEI) saltar de R$ 81 mil para R$ 144,9 mil, o de microempresas de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil e o de empresas de pequeno porte de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.

A atualização da tabela é vista como uma questão de “justiça tributária”. O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Alfredo Cotait Neto, criticou a falta de correção dos limites, que força empresas em crescimento a mudar de regime tributário sem ter, de fato, expandido suas atividades.

Segundo o Sebrae Nacional, o Simples reúne 24 milhões de empresas no país, responsáveis por 97% das companhias ativas e 25% dos empregos formais. A atualização dos limites poderia, segundo o setor produtivo, gerar mais de 869 mil empregos e injetar R$ 81,2 bilhões na economia. O deputado Zé Adriano (PP-GO), que presidiu a audiência, reforçou a urgência da pauta, afirmando que a comissão trabalhará para levar a proposta ao plenário o mais rápido possível.