Caso Juliana: justiça de São Paulo dispensa prisão temporária de donos de academia

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou nesta sexta-feira (13) o pedido de prisão temporária dos donos da academia onde uma aluna morreu e ao menos seis pessoas passaram mal após uma aula de natação. Juliana Faustino, de 28 anos, sofreu uma parada cardíaca e não resistiu após utilizar a piscina da C4 Gym, localizada no bairro Parque São Lucas, na zona leste de São Paulo.
Na quarta-feira (11), a Polícia Civil indiciou Celso Bertolo Cruz, César Bertolo Cruz e Cezar Augusto Miquelof Terração, solicitando a prisão preventiva dos acusados. No mesmo dia, a defesa deles pediu à Justiça que o pedido fosse negado, alegando que os três haviam comparecido espontaneamente ao 42º Distrito Policial para prestar depoimento, conforme agendado previamente.
A Justiça acatou a solicitação da defesa, mas impôs medidas cautelares aos acusados. Eles deverão comparecer mensalmente em juízo para informar seu endereço atualizado, estão proibidos de se aproximar ou contatar testemunhas e não podem se ausentar da comarca por mais de sete dias sem autorização judicial.
