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Freira morta em convento no Paraná também foi vítima de estupro, aponta inquérito


  • 28 de fevereiro de 2026 às 10h31min

Suspeito foi indiciado por homicídio qualificado, estupro qualificado e outros crimes. (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil do Paraná concluiu o inquérito sobre a morte da freira Nadia Gavasnki, de 82 anos, encontrada dentro do convento Irmãs Servas de Maria Imaculada, em Ivaí, nos Campos Gerais do Paraná. O caso foi encaminhado ao Ministério Público do Paraná.

De acordo com o laudo pericial, a vítima morreu por asfixia e também sofreu violência sexual. As lesões identificadas confirmaram o estupro. O suspeito foi indiciado por homicídio qualificado, estupro qualificado, resistência e violação de domicílio qualificada.

O crime ocorreu por volta das 13h30 do sábado (21), após o homem pular o muro do convento. Segundo as investigações, ele foi questionado pela freira sobre o que fazia no local e respondeu que estava ali para trabalhar. Ao perceber a desconfiança da vítima, ele a empurrou. Em depoimento, afirmou que a asfixiou depois que ela começou a gritar.

O investigado declarou ainda que havia passado a madrugada consumindo drogas e álcool e que teria ouvido vozes mandando matar alguém. Também disse que entrou no convento com a intenção de cometer um assassinato e negou que pretendesse furtar bens. A perícia técnica descartou versões que tentavam minimizar a natureza sexual do crime.

Após o ocorrido, uma fotógrafa que registrava um evento no convento foi abordada pelo suspeito. Ela relatou que ele estava nervoso, com roupas sujas de sangue e arranhões no pescoço, e afirmou ter encontrado a freira caída. Desconfiada, a testemunha filmou a interação e acionou outras pessoas para chamar a ambulância e a Polícia Militar. O homem fugiu antes da chegada das equipes, mas foi identificado com base nas imagens.

Ele foi localizado em casa. Ao perceber a chegada da polícia, tentou fugir e entrou em confronto com os agentes, mas foi contido. Durante a abordagem, admitiu a autoria.

A investigação também apontou que o suspeito havia sido preso por furto qualificado em 28 de dezembro de 2025 e colocado em liberdade provisória dois dias depois. Conforme a polícia, ele possui registros anteriores por crimes como roubo, furto e violência doméstica desde 2024.