logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Encontro com o Passado
Sua Tarde é Show
Manhã Cidade
Cidade é Sucesso
O Som da Modinha
Pra Relaxar w
Bailão da Cidade
NBDC
Playlist da Cidade
Na Cola do Vigia
A Cidade é Show
Emoções
Cumplicidade
VPOQ
Bom Dia Cidade
No Ritmo da Noite
Especial de Sábado
Pra Relaxar
Investigação

Investigado em esquema do Banco Master morre após prisão em operação da Polícia Federal


  • 5 de março de 2026 às 08h59min

Apontado como operador de banqueiro investigado, homem morreu após ser levado ao hospital em Minas Gerais. (Foto: Reprodução)

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” nas investigações sobre fraudes ligadas ao Banco Master, morreu nesta quarta-feira (04) após ser preso em uma ação da Polícia Federal. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital João XXIII, mas não resistiu. Segundo a PF, Mourão teria tirado a própria vida enquanto estava sob custódia. A corporação informou que policiais tentaram reanimá-lo e acionaram o Samu, além de abrir uma investigação interna para esclarecer as circunstâncias da morte. Imagens do ocorrido serão enviadas ao ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal.

Mourão era apontado como um dos principais operadores do banqueiro Daniel Vorcaro, também preso na Operação Compliance Zero. De acordo com as investigações, ele atuava para favorecer interesses do empresário, realizando monitoramento de pessoas, extração ilegal de dados em sistemas sigilosos e ações de intimidação contra alvos considerados inconvenientes.

Mensagens obtidas pela investigação indicam que Mourão acompanhava e pressionava funcionários ligados ao banqueiro e mencionava o uso de um grupo chamado “A Turma” para intimidar pessoas. As conversas também apontam ameaças contra uma empregada doméstica que teria feito cobranças ao empresário e planos de monitorar jornalistas após a publicação de reportagens críticas. Segundo a PF, Mourão era considerado a “longa manus” de Vorcaro, expressão usada para indicar quem executa ordens de outra pessoa, e teria recebido cerca de R$ 1 milhão por mês para realizar atividades atribuídas à organização criminosa investigada.