logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Pra Relaxar w
No Ritmo da Noite
Manhã Cidade
Cidade é Sucesso
Pra Relaxar
Cumplicidade
Emoções
O Som da Modinha
NBDC
Playlist da Cidade
Na Cola do Vigia
Bailão da Cidade
Encontro com o Passado
Especial de Sábado
Bom Dia Cidade
A Cidade é Show
Sua Tarde é Show
VPOQ
Saúde

Japão aprova tratamento inovador com células-tronco para Parkinson


  • 6 de março de 2026 às 11h34min

Nova terapia usa células reprogramadas para substituir neurônios danificados no cérebro. (Imagem: Reprodução)

O Japão aprovou um tratamento inovador contra a doença de Parkinson que utiliza células-tronco para substituir neurônios danificados no cérebro. A terapia, chamada Amchepry, foi desenvolvida pela farmacêutica japonesa Sumitomo Pharma e poderá começar a ser aplicada em pacientes ainda em 2026.

O tratamento consiste no transplante de células produzidas em laboratório diretamente no cérebro. A aprovação foi concedida de forma condicional pelas autoridades sanitárias japonesas, o que permite o uso da terapia enquanto novos estudos continuam avaliando a eficácia e a segurança em um número maior de pacientes.

A tecnologia utiliza células pluripotentes induzidas, conhecidas como células iPS, obtidas a partir de células adultas reprogramadas geneticamente para se comportarem como células embrionárias. No caso do Parkinson, essas células são transformadas em precursoras de neurônios produtores de dopamina, substância essencial para o controle dos movimentos.

Testes clínicos conduzidos por pesquisadores da Universidade de Kyoto, com sete voluntários entre 50 e 69 anos, indicaram que o procedimento é seguro e pode ajudar a melhorar os sintomas da doença. O Parkinson é um transtorno neurológico degenerativo que afeta cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo.

Por Millena Galvão