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Saúde

Estudo aponta risco de 1,3 mil mortes por mineração e queima de carvão até 2040


  • 26 de março de 2026 às 06h20min

O levantamento considera que 430 mortes já ocorreram entre 2017 e 2025, e que outras 870 podem acontecer entre 2026 e 2040. (Foto: Ibama/Divulgação)

Pesquisadores alertam que a operação do complexo carbonífero de Candiota, no Rio Grande do Sul, pode provocar até 1,3 mil mortes e gerar R$ 11,7 bilhões em gastos com saúde até 2040. Segundo o estudo, os impactos da poluição do carvão mineral podem alcançar não apenas outras regiões do Brasil, mas também países vizinhos, como Argentina, Paraguai e Uruguai.

A análise foi elaborada pelo Centre for Research on Energy and Clean Air (CREA), em parceria com o Instituto Internacional Arayara. O levantamento considera que 430 mortes já ocorreram entre 2017 e 2025, e que outras 870 podem acontecer entre 2026 e 2040.

O carvão utilizado no Brasil, com alto teor de cinzas, libera grandes quantidades de poluentes, especialmente material particulado fino (PM2,5), durante a extração, transporte, manuseio e queima. A exposição prolongada a essas partículas está associada a doenças graves, como câncer de pulmão, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (AVC) e diabetes. Crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde preexistentes são os mais afetados.

O estudo ressalta que a poluição proveniente do carvão é um problema de saúde pública regional, exigindo atenção e políticas de mitigação imediatas para reduzir os riscos à população.