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Saúde

Sete em cada dez brasileiros ignoram o check-up anual e colocam a saúde em risco


  • 10 de maio de 2026 às 11h35min

Doenças silenciosas avançam sem aviso e poderiam ser evitadas com exames simples feitos regularmente. (Foto: Reprodução)

A maioria dos brasileiros sabe que deveria fazer um check-up, mas não faz. Dados do IBGE mostram que 70,6% da população não realiza exames preventivos com regularidade e só procura atendimento quando algum sintoma aparece — momento em que muitas doenças já estão em estágio avançado.

Grande parte das enfermidades que mais matam no país evolui de forma silenciosa. Hipertensão, diabetes, colesterol alto e diversos tipos de câncer costumam se desenvolver sem sinais iniciais. Quando os sintomas surgem, o tratamento é mais complexo, mais caro e com menor chance de sucesso.

Os números reforçam a importância da prevenção. Tumores de mama e intestino, quando descobertos cedo, têm taxas de cura superiores a 90%. Infartos e AVCs — principais causas de morte no Brasil — podem ter o risco reduzido em até 80% com acompanhamento médico regular. Em 2024, mais de 330 mil mortes prematuras entre pessoas de 30 a 69 anos poderiam ter sido evitadas com diagnóstico precoce, segundo o Datasus. Mesmo assim, quase 40% dos casos de câncer de mama no país ainda são identificados tardiamente, não por falta de tratamento, mas por falta de rastreamento.

A recomendação é que adultos saudáveis entre 18 e 40 anos façam um check-up anual com exames básicos de sangue, como hemograma, glicemia, colesterol, triglicerídeos e avaliação da função renal e hepática. A partir dos 35 anos, cresce a necessidade de monitorar pressão arterial e colesterol. Depois dos 40, entram exames cardíacos, como eletrocardiograma, e, para quem pratica atividade física intensa, o teste ergométrico.

Homens devem iniciar a avaliação da próstata aos 45 anos se tiverem fatores de risco, e aos 50 para os demais. Mulheres precisam manter o Papanicolau a partir dos 25 anos e a mamografia a partir dos 40. Após os 50, o check-up se torna mais amplo, incluindo colonoscopia para rastrear câncer de intestino, densitometria óssea para avaliar risco de osteoporose e exames cardiovasculares mais detalhados.

A prevenção continua sendo o caminho mais seguro — e mais simples — para evitar doenças graves e preservar a qualidade de vida.