Capacitação na Funase reforça respeito à diversidade e direitos humanos

Profissionais da Fundação de Atendimento Socioeducativo participaram de uma capacitação voltada à promoção da equidade racial, diversidade e direitos humanos. A atividade reuniu agentes socioeducativos das unidades da Região Metropolitana do Recife em uma formação focada na construção de práticas mais inclusivas e humanizadas no atendimento aos adolescentes do sistema socioeducativo.
A iniciativa foi realizada na última quinta-feira (14), na Universidade Católica de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência, a Secretaria Executiva de Promoção da Equidade Social (SEPES), setores de promoção da igualdade racial e dos direitos da população LGBTQIA+ e o Núcleo de Direitos Humanos da Funase.
Durante a programação, os participantes debateram temas relacionados à desigualdade social, diversidade, práticas restaurativas e questões de gênero. O objetivo foi ampliar o entendimento sobre atendimento humanizado e fortalecer o respeito às diferenças dentro das unidades socioeducativas.
Esta foi a segunda edição da formação voltada aos agentes socioeducativos recém-integrados à instituição. Uma nova turma deve participar do letramento no mês de julho. A secretária de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência, Joanna Figueirêdo, destacou a importância de iniciativas voltadas à qualificação dos serviços públicos.
“Promover espaços de diálogo e formação é essencial para construir serviços públicos mais preparados, acolhedores e comprometidos com os direitos humanos e o respeito à diversidade”, afirmou. Já a representante da Funase, Glauciene Farias, ressaltou que a formação contribui para consolidar uma atuação mais justa e igualitária dentro do sistema socioeducativo.
“O Núcleo de Direitos Humanos da Funase, juntamente com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Governo do Estado, está realizando um letramento racial e de gênero para os agentes socioeducativos da instituição. É um momento muito importante para difundir direitos humanos, práticas restaurativas e construir uma socioeducação mais humana, igualitária e justa”, declarou.
Por Jorge Brandão
