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Indústria brasileira ainda explora pouco serviços que poderiam elevar competitividade


  • 24 de maio de 2026 às 14h10min

Levantamento da CNI revela baixa cobrança por serviços agregados e mostra que especialização pode reduzir custos e aumentar valor dos produtos. (Foto: Reprodução)

Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que grande parte das empresas brasileiras ainda não aproveita o potencial dos serviços associados à venda de produtos — como manutenção, instalação, personalização e atendimento pós-venda. Segundo a Sondagem Especial nº 100, divulgada nesta quinta-feira (21), 41% das indústrias não oferecem nenhum tipo de serviço ao cliente. Outras 40% até disponibilizam essas soluções, mas apenas 16% cobram por elas.

O estudo também mostra que a contratação de serviços especializados tem impacto direto na eficiência das empresas. A cada R$ 100 faturados, R$ 19 são destinados a esse tipo de serviço — e um quarto desse valor corresponde a atividades industriais especializadas. A pesquisa divide essas contratações em duas frentes: serviços que reduzem custos e serviços que agregam valor.

A maioria das empresas prioriza os serviços voltados à redução de custos, como manutenção e reparo de máquinas, utilizados por 72% das indústrias de transformação. Já os serviços de maior qualificação, que ampliam o valor do produto — como softwares avançados, computação em nuvem, marketing e publicidade — são adotados por 58% das empresas.