logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Sua Tarde é Show
Pra Relaxar w
hospital santa
Cumplicidade
Lira Farma
Emoções
Associação do Nordeste das Distribuidoras e Editoras de Livros
Na Cola do Vigia
JR TEXTIL
NBDC
A Cidade é Show
No Ritmo da Noite
Pra Relaxar
Encontro com o Passado
VPOQ
Playlist da Cidade
Bailão da Cidade
Cidade é Sucesso
Bom Dia Cidade
Especial de Sábado
Saúde

Entenda o que é cardiomiopatia hipertrófica, condição apontada como causa da morte de fisiculturista


  • 26 de maio de 2026 às 09h32min

Doença cardíaca tem origem genética, pode ser agravada por fatores externos e está associada a casos de morte súbita em jovens atletas. (Foto: Reprodução)

A cardiomiopatia hipertrófica é uma doença caracterizada pelo espessamento do músculo cardíaco, principalmente na região do ventrículo esquerdo. A condição, geralmente ligada a fatores genéticos, pode comprometer a circulação do sangue e provocar arritmias cardíacas graves. O problema ganhou destaque após a morte do fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, cujo laudo apontou morte súbita causada pela doença.

Especialistas explicam que a cardiomiopatia hipertrófica pode ser potencializada por fatores como treinos intensos, excesso de atividade física e uso de anabolizantes, embora também possa surgir em pessoas sem histórico dessas práticas. A condição é considerada uma das principais causas de morte súbita em atletas jovens e costuma atingir principalmente pessoas entre 20 e 40 anos. Entre os sintomas mais comuns estão falta de ar, cansaço, dor no peito, palpitações, tontura, perda de desempenho físico e desmaios durante exercícios.

A doença provoca crescimento irregular do músculo cardíaco e pode dificultar a passagem do sangue pelo coração, além de favorecer o surgimento de arritmias. Em casos mais graves, o quadro pode levar a colapsos cardíacos e morte súbita, principalmente durante esforço físico intenso.

O tratamento varia conforme a gravidade da doença e pode incluir medicamentos, acompanhamento cardíaco, procedimentos por cateterismo, cirurgia e implantação de cardiodesfibrilador em pacientes com maior risco. Exames preventivos, como teste ergométrico e avaliações cardíacas sob esforço, são considerados importantes para identificar precocemente alterações no funcionamento do coração.

Por Millena Galvão