logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Cidade é Sucesso
VPOQ
Especial de Sábado
MANDACARU MOTOR SÃO JOÃO
Pra Relaxar w
Playlist da Cidade
Cumplicidade
SÃO JOÃO NA CIDADE
Manhã Cidade
Bailão da Cidade
DO MESTRE SÃO JOÃO
No Ritmo da Noite
A Cidade é Show
NBDC
PITU SÃO JOÃO
Sua Tarde é Show
O Som da Modinha
Pra Relaxar
Encontro com o Passado
Emoções
Na Cola do Vigia
PITU SÃO JOAO 2
Bom Dia Cidade
Brasil

Brasil atinge pela primeira vez nível de “muito alto desenvolvimento humano”, aponta ONU


  • 27 de maio de 2026 às 07h36min

País alcançou índice de 0,805 em 2024, melhor marca da série histórica, mas relatório ainda aponta desigualdades raciais, sociais e regionais. (Foto: Reprodução)

O Brasil atingiu, pela primeira vez, o patamar de “muito alto desenvolvimento humano”, segundo dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O país alcançou índice de 0,805 em 2024 no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), melhor resultado já registrado na série histórica brasileira.

O levantamento considera indicadores ligados à educação, renda e expectativa de vida da população. O índice brasileiro saiu de 0,744, em 2012, para 0,805 em 2024, ultrapassando pela primeira vez a marca de 0,800, considerada pela ONU como faixa de “muito alto desenvolvimento humano”.

Segundo o relatório, a educação foi o principal fator responsável pelo avanço do país nos últimos anos. O estudo também relaciona a melhora a políticas públicas de inclusão social, ampliação da permanência escolar e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

O representante do PNUD no Brasil, Claudio Providas, afirmou que o resultado representa décadas de investimentos públicos e avanços sociais. Já a economista Betina Barbosa destacou que o país agora enfrenta o desafio de combater desigualdades históricas ligadas à raça, gênero e renda.

Apesar do avanço histórico, o relatório aponta que as desigualdades sociais ainda permanecem expressivas. Quando ajustado pelos níveis de desigualdade, o índice brasileiro cai de 0,805 para 0,641.

Os dados mostram diferenças significativas entre grupos da população. O IDH da população branca é de 0,851, enquanto o da população preta chega a 0,774. Também existem disparidades regionais: enquanto um homem branco no Rio Grande do Sul possui expectativa média de vida de 81 anos, um homem negro no Amapá vive, em média, 73 anos.

As diferenças também aparecem na renda. Segundo o levantamento, uma pessoa branca no Distrito Federal possui rendimento médio de R$ 1.987, enquanto uma pessoa negra no Maranhão recebe, em média, R$ 446.

O estudo reforça ainda que o desenvolvimento humano brasileiro depende da continuidade de políticas públicas inclusivas e de investimentos em educação, saúde e redução das desigualdades sociais.

Por Mirelly Rodrigues