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Justiça realiza primeira audiência do caso Esther nesta quinta-feira (18)


  • 18 de junho de 2026 às 19h10min

Os três acusados foram denunciados pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em dezembro de 2025. (Foto: Pexels)

A Justiça de Pernambuco iniciou, nesta quinta-feira (18), uma nova etapa no processo que investiga a morte da menina Esther Izabelly Pereira da Silva, de 4 anos. A primeira audiência de instrução e julgamento do caso acontece na Vara Criminal da Comarca de São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife.

A realização da audiência foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). O processo, que tramita em segredo de Justiça, tem como réus Fernando Santos de Brito, Uilma Ferreira dos Santos e Fabiano Rodrigues de Lima.

A família da criança acompanha o andamento do caso e espera que os responsáveis sejam responsabilizados. A advogada Carolina Aguiar, que representa os familiares de Esther, afirmou que há confiança na atuação das instituições responsáveis pela investigação e julgamento.

“Estamos confiantes de que a justiça começará a ser feita no dia de hoje. Acreditamos no trabalho da Polícia Civil, bem como no Poder Judiciário do Estado de Pernambuco”, declarou.

Os três acusados foram denunciados pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em dezembro de 2025. Fernando Santos de Brito responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Conforme a denúncia, ele é apontado pelo MPPE como responsável pela morte da menina, com agravantes relacionados ao meio cruel e à dificuldade de defesa da vítima.

Já Fabiano Rodrigues de Lima e Uilma Ferreira dos Santos foram denunciados por ocultação de cadáver e fraude processual. Segundo o Ministério Público, os dois teriam colaborado para dificultar o andamento das investigações após a morte da criança. Durante o processo, a Justiça manteve a prisão preventiva de Fernando Santos de Brito. As prisões de Fabiano Rodrigues de Lima e Uilma Ferreira dos Santos foram substituídas por medidas cautelares, enquanto a ação judicial segue em tramitação.

Por Jorge Brandão