Caruaru amanhece coberta por névoa e registra baixa visibilidade nesta quarta-feira (17)

Quem saiu de casa nas primeiras horas desta quarta-feira (17) encontrou um cenário diferente em Caruaru. Uma densa névoa encobriu diversos pontos da cidade, reduzindo a visibilidade em ruas e avenidas e deixando a paisagem parcialmente escondida durante boa parte da manhã.
Além da névoa, moradores também perceberam temperaturas mais amenas e o acúmulo de umidade em janelas, vidros de veículos e outras superfícies. Em alguns locais, a visibilidade ficou bastante comprometida, exigindo mais atenção de motoristas e motociclistas.
O fenômeno ocorre quando pequenas gotículas de água permanecem suspensas próximas ao solo. Isso costuma acontecer durante a madrugada, quando a temperatura diminui e a umidade do ar aumenta, favorecendo a condensação do vapor de água presente na atmosfera.
A mesma condição explica por que muitas casas amanheceram com vidros e janelas embaçados ou “suados”. O contato do ar úmido com superfícies mais frias provoca a formação dessas pequenas gotas de água.
Apesar de chamar a atenção e alterar a paisagem da cidade, a névoa é considerada um fenômeno comum nesta época do ano, marcada por madrugadas mais frias e maior concentração de umidade. A tendência é que ela se dissipe gradualmente com o aquecimento do ar ao longo da manhã.
A presença da névoa também costuma estar relacionada a condições atmosféricas mais estáveis, motivo pelo qual existe o conhecido ditado popular: “névoa que baixa, sol que racha”. Embora não seja uma regra, é comum que, após a dissipação do fenômeno, o tempo permaneça firme durante o restante do dia.
Até o momento, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) não divulgou informações específicas sobre o fenômeno registrado em Caruaru nesta quarta-feira (17).
Por Mirelly Rodrigues
