logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Cidade é Sucesso
No Ritmo da Noite
Cumplicidade
Encontro com o Passado
Sua Tarde é Show
Na Cola do Vigia
A Cidade é Show
O Som da Modinha
Pra Relaxar w
VPOQ
Emoções
Bom Dia Cidade
NBDC
Manhã Cidade
Especial de Sábado
Bailão da Cidade
Pra Relaxar
Playlist da Cidade
Internet

Conselho de Comunicação defende ajustes em projeto sobre serviços de streaming


  • 3 de agosto de 2026 às 20h15min

Entre os principais pontos debatidos está a cobrança da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) sobre os serviços de vídeo sob demanda (VoD), oferecidos por plataformas de streaming e empresas de tecnologia. (Foto: Reprodução)

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional aprovou, nesta segunda-feira (3), um parecer com sugestões para aperfeiçoar o projeto de lei que estabelece regras para o funcionamento dos serviços de streaming no Brasil. As recomendações serão encaminhadas ao presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), para subsidiar a tramitação da proposta.

O colegiado analisou a versão mais recente do texto, aprovada pela Câmara dos Deputados em novembro do ano passado. Como o projeto teve origem no Senado e sofreu alterações durante a análise dos deputados, a matéria retornará aos senadores para uma nova apreciação. O Conselho de Comunicação Social atua como órgão consultivo do Congresso em temas relacionados à comunicação.

Entre os principais pontos debatidos está a cobrança da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) sobre os serviços de vídeo sob demanda (VoD), oferecidos por plataformas de streaming e empresas de tecnologia.

O parecer recomenda a rejeição da alíquota máxima de 4% prevista na versão aprovada pela Câmara e propõe a retomada do modelo aprovado anteriormente pelo Senado. Pela sugestão, empresas com faturamento superior a R$ 96 milhões recolheriam uma alíquota de até 3%, enquanto aquelas com receita entre R$ 4,8 milhões e R$ 96 milhões pagariam 1,5%.

Outro ponto destacado é a tributação das plataformas de compartilhamento de conteúdo gerado por usuários (UGCs). O texto do Senado prevê uma alíquota de 3% para esse segmento, enquanto a proposta aprovada pela Câmara estabelece percentuais menores, variando entre 0,1% e 0,8%.

Por Jorge Brandão