logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
NBDC
Encontro com o Passado
VPOQ
Especial de Sábado
Bailão da Cidade
Lira Farma
No Ritmo da Noite
Manhã Cidade
Sua Tarde é Show
Emoções
Bom Dia Cidade
O Som da Modinha
Playlist da Cidade
Pra Relaxar w
Cidade é Sucesso
Na Cola do Vigia
Cumplicidade
Pra Relaxar
A Cidade é Show
Tecnologia

Desinformação com IA cresce mais de 300% no Brasil


  • 6 de fevereiro de 2026 às 11h32min

Levantamento aponta avanço de deepfakes e uso político dos conteúdos. (Foto: reprodução)

A circulação de conteúdos falsos produzidos com inteligência artificial mais que triplicou no Brasil entre 2024 e 2025. O aumento foi de 308%, segundo o primeiro Panorama da Desinformação no Brasil, divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Observatório Lupa.

O estudo analisou 617 publicações verificadas pela agência em 2025 e comparou com 839 checagens feitas no ano anterior. Entre os materiais, os conteúdos gerados por IA passaram de 39 registros em 2024 para 159 em 2025, saltando de 4,6% para 25% das verificações.

As chamadas deepfakes, manipulações de voz e imagem capazes de simular falas e situações inexistentes, deixaram de aparecer majoritariamente em golpes digitais e passaram a ser utilizadas com objetivo político. Quase 45% das peças analisadas em 2025 tinham viés ideológico, contra 33% no ano anterior.

Mais de três quartos dos materiais usaram a imagem ou voz de pessoas conhecidas, principalmente autoridades públicas. O levantamento identificou 36 conteúdos falsos envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 33 sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e 30 relacionados ao ministro do STF Alexandre de Moraes.

O estudo também aponta mudança nas plataformas de disseminação. O WhatsApp, que concentrava quase 90% das ocorrências em 2024, caiu para 46% em 2025. Segundo os pesquisadores, isso não indica redução das fake news no aplicativo, mas sim maior distribuição entre redes como Instagram, Facebook, Threads, X, TikTok e Kwai.