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Saúde

Estudo alerta para riscos éticos no uso de chatbots em aconselhamento de saúde mental


  • 8 de março de 2026 às 13h08min

Pesquisa indica falhas em respostas a crises e simulação de empatia sem compreensão real. (Foto: Pexels)

Um estudo recente apontou riscos éticos no uso de chatbots baseados em inteligência artificial para aconselhamento sobre saúde mental. A pesquisa indica que esses sistemas ainda não estão preparados para assumir esse tipo de função, mesmo quando são instruídos a seguir métodos utilizados na psicoterapia.

O trabalho foi conduzido por pesquisadores da Brown University e analisou o comportamento de modelos de linguagem utilizados como conselheiros virtuais. Durante os testes, os sistemas apresentaram falhas no manejo de situações de crise, respostas que reforçavam crenças prejudiciais e linguagem que simulava empatia sem demonstrar compreensão real das emoções dos usuários.

Os pesquisadores identificaram 15 riscos éticos, incluindo aconselhamento genérico sem considerar o contexto individual, possíveis vieses relacionados a gênero ou cultura e dificuldade para lidar com temas sensíveis, como pensamentos suicidas. O estudo também destaca que, ao contrário de profissionais humanos, não existem mecanismos claros de responsabilização quando chatbots cometem erros.

Apesar das preocupações, os cientistas afirmam que a inteligência artificial pode contribuir para ampliar o acesso ao apoio psicológico. No entanto, ressaltam que o uso dessas ferramentas exige regras mais claras, avaliação rigorosa e maior supervisão antes de serem aplicadas em situações sensíveis relacionadas à saúde mental.

Por Millena Galvão