logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Especial de Sábado
VPOQ
Cidade é Sucesso
hospital santa
No Ritmo da Noite
Bailão da Cidade
Associação do Nordeste das Distribuidoras e Editoras de Livros
Encontro com o Passado
Sua Tarde é Show
Lira Farma
NBDC
O Som da Modinha
A Cidade é Show
Emoções
JR TEXTIL
Bom Dia Cidade
Playlist da Cidade
Cumplicidade
Na Cola do Vigia
Manhã Cidade
Pra Relaxar w
Pra Relaxar
Saúde

Estudo aponta risco oculto no sangue que eleva chances de AVC mesmo com colesterol controlado


  • 17 de maio de 2026 às 12h15min

Pesquisa com mais de 20 mil pessoas liga níveis altos de Lp(a) a aumento significativo de morte cardiovascular. (Imagem: reprodução)

Uma condição hereditária pouco conhecida pode representar um risco significativo para a saúde do coração, mesmo em pessoas com níveis de colesterol considerados adequados em exames tradicionais. É o caso da lipoproteína(a), ou Lp(a), apontada como um fator importante para eventos cardiovasculares graves.

A descoberta foi reforçada por uma análise com mais de 20 mil participantes, conduzida a partir de dados de estudos dos National Institutes of Health. Os resultados foram apresentados em encontros científicos internacionais voltados à cardiologia intervencionista.

A Lp(a) é semelhante ao LDL, conhecido como “colesterol ruim”, mas possui uma estrutura adicional que a torna mais agressiva ao sistema cardiovascular. Altos níveis dessa partícula são, em geral, herdados geneticamente e não costumam apresentar sintomas, o que dificulta o diagnóstico.

Segundo especialistas, cerca de 20% da população pode ter níveis elevados de Lp(a) sem saber. O estudo analisou pacientes com 40 anos ou mais e acompanhou a ocorrência de eventos como infarto, AVC e morte cardiovascular ao longo de quase quatro anos.

Os dados mostram que indivíduos com níveis mais altos da substância tiveram aumento expressivo no risco de complicações. Entre aqueles com Lp(a) elevada, houve crescimento de 31% nos eventos cardiovasculares graves, 49% no risco de morte por causas cardíacas e 64% no risco de AVC.

A recomendação é que pacientes com níveis elevados da substância adotem acompanhamento médico rigoroso, com foco na redução do colesterol LDL e no controle de outros fatores de risco.

Os pesquisadores destacam ainda que novas terapias direcionadas à Lp(a) estão em desenvolvimento, o que pode ampliar as opções de tratamento nos próximos anos.

Por Viliane Gomes