logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Pra Relaxar w
Manhã Cidade
Bailão da Cidade
A Cidade é Show
Playlist da Cidade
Sua Tarde é Show
Cumplicidade
Pra Relaxar
VPOQ
Emoções
Na Cola do Vigia
Especial de Sábado
Encontro com o Passado
O Som da Modinha
Bom Dia Cidade
Cidade é Sucesso
No Ritmo da Noite
NBDC
Violência

Exploração sexual infantil cresce no ambiente digital e preocupa especialistas


  • 23 de julho de 2026 às 13h59min

Anuário de Segurança Pública mostra avanço de crimes online contra crianças e adolescentes e revela participação significativa de jovens entre os autores. (Foto: Freepik)

A violência sexual contra crianças e adolescentes está ganhando um novo território no Brasil: o ambiente digital. O 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, aponta que crimes de exploração sexual infantil na internet cresceram de forma expressiva entre 2024 e 2025.

Pela primeira vez, o levantamento analisou microdados nacionais sobre esse tipo de crime cometido no ambiente virtual. Os registros de produção, posse ou distribuição de material envolvendo exploração sexual infantil aumentaram 25,3% no período, alcançando 4.063 vítimas. A maioria é formada por meninas, que representam 84,2% dos casos, enquanto os meninos correspondem a 15,8%. A faixa etária mais atingida é a de adolescentes de 14 e 15 anos, seguida por jovens de 12 a 13 anos e de 16 a 17. Crianças entre 9 e 11 anos também aparecem de forma significativa nas estatísticas.

O perfil dos autores também chamou atenção dos pesquisadores. Em 86,5% dos casos, os envolvidos são homens, mas mais de um terço dos autores identificados — 34,2% — são adolescentes. Entre as meninas que participam desses crimes, a atuação em grupo é mais comum do que a prática individual.

Para o Fórum, a presença tão expressiva de adolescentes entre os investigados reforça a urgência de políticas públicas voltadas à prevenção, educação digital e responsabilização de jovens envolvidos nesse tipo de violência. O estudo destaca que o enfrentamento aos crimes sexuais online exige ações integradas, que vão desde o fortalecimento das redes de proteção à infância até o monitoramento das plataformas digitais. Também inclui a necessidade de orientar famílias, escolas e adolescentes sobre os riscos e as consequências desse tipo de crime, que cresce à medida que a vida cotidiana se desloca para o ambiente virtual.