logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
A Cidade é Show
Bom Dia Cidade
Bailão da Cidade
NBDC
Pra Relaxar
Cumplicidade
O Som da Modinha
VPOQ
Cidade é Sucesso
Pra Relaxar w
Emoções
No Ritmo da Noite
Playlist da Cidade
Sua Tarde é Show
Na Cola do Vigia
Especial de Sábado
Encontro com o Passado
Manhã Cidade
Saúde

Fiocruz aponta queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Brasil


  • 10 de julho de 2026 às 10h08min

Apesar da redução nacional, nove capitais ainda registram aumento da doença e Influenza A lidera as mortes. (Foto: Reprodução)

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda no Brasil, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Apesar da redução no cenário nacional, nove capitais ainda apresentam crescimento da doença, enquanto a incidência permanece mais elevada entre crianças pequenas e a maior parte das mortes continua concentrada entre idosos.

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o vírus sincicial respiratório (VSR) foi responsável por 55,9% dos casos positivos para vírus respiratórios, seguido pelo rinovírus (23,3%), Influenza A (12,7%), Influenza B (8,4%) e pelo coronavírus causador da covid-19 (2,2%). Entre os óbitos, a Influenza A respondeu por 33,1% dos registros, à frente do rinovírus, VSR, Influenza B e covid-19.

Desde o início do ano, o país contabilizou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 tiveram confirmação laboratorial para algum vírus respiratório. O boletim também aponta crescimento dos casos de Influenza B em parte da Região Centro-Sul e aumento da SRAG em nove capitais: Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco.

A Fiocruz reforça a importância da vacinação contra a influenza, principalmente para os grupos prioritários, por reduzir o risco de internações e mortes. A orientação também é que pessoas com sintomas respiratórios utilizem máscara e evitem contato com idosos, crianças pequenas e pessoas com baixa imunidade para diminuir a transmissão dos vírus.

Por Millena Galvão