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Polícia

Influenciadores digitais passam a ser alvo de investigações por suspeita de ligação com facções criminosas


  • 23 de maio de 2026 às 09h31min

Polícia e Ministério Público investigam uso das redes sociais para lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e movimentação de recursos ilícitos. (Foto: Reprodução)

A relação entre influenciadores digitais e organizações criminosas tem sido alvo de investigações da Polícia Federal, das polícias civis e dos Ministérios Públicos em diferentes estados do país. Segundo as autoridades, facções criminosas estariam utilizando a popularidade de artistas e criadores de conteúdo para lavar dinheiro, ocultar patrimônio e ampliar a atuação de atividades ilegais nas redes sociais.

De acordo com investigadores, o grande alcance dos influenciadores e a intensa movimentação financeira envolvendo publicidade, shows, campanhas comerciais e plataformas digitais podem ser usados para justificar recursos de origem ilícita.

A ostentação de carros de luxo, joias, imóveis e viagens internacionais também costuma chamar a atenção durante investigações relacionadas à lavagem de dinheiro.

Entre os casos recentes está o do influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como “Buzeira”, preso durante uma operação da Polícia Federal em fevereiro. Ele é investigado por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico internacional de drogas.

Em abril, os cantores MC Poze do Rodo e MC Ryan SP também passaram a ser investigados pela Polícia Federal. Segundo as investigações, eles teriam ligação com um esquema que movimentou cerca de R$ 1,6 bilhão envolvendo apostas ilegais, empresas de fachada, rifas clandestinas e tráfico de drogas.

O rapper Oruam também é alvo de apuração por suspeita de lavagem de dinheiro.

Segundo a desembargadora Ivana David, as facções criminosas modernizaram suas estratégias para esconder recursos obtidos ilegalmente. De acordo com ela, o dinheiro oriundo do crime pode ser misturado a receitas provenientes de publicidade digital, eventos e atividades comerciais ligadas aos influenciadores.

Além das investigações financeiras, especialistas alertam para o impacto do conteúdo disseminado nas redes sociais. A desembargadora destacou a importância de que os usuários reflitam sobre os valores promovidos por determinados influenciadores antes de transformá-los em referência.

As investigações seguem em andamento e os citados têm direito à defesa.

Por Mirelly Rodrigues