logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
A Cidade é Show
Pra Relaxar w
Manhã Cidade
Cidade é Sucesso
Pra Relaxar
NBDC
VPOQ
Bailão da Cidade
Especial de Sábado
Playlist da Cidade
PITU SÃO JOÃO
MANDACARU MOTOR SÃO JOÃO
No Ritmo da Noite
Emoções
Na Cola do Vigia
Bom Dia Cidade
DO MESTRE SÃO JOÃO
Cumplicidade
Encontro com o Passado
SÃO JOÃO NA CIDADE
PITU SÃO JOAO 2
O Som da Modinha
Sua Tarde é Show
Economia

Mais de 200 mil empresas em Pernambuco enfrentam inadimplência, aponta levantamento


  • 12 de junho de 2026 às 19h37min

Estado ocupa segunda posição no Nordeste em número de negócios com dívidas; cenário acende alerta para gestão financeira. (Foto: Reprodução)

Pernambuco registra atualmente cerca de 212,1 mil empresas com contas em atraso, o que representa mais de 30% dos CNPJs ativos no estado. O dado, divulgado pela Serasa Experian, coloca o estado como o segundo do Nordeste com maior número de negócios inadimplentes, ficando atrás apenas da Bahia.

O volume de dívidas acumuladas pelas empresas pernambucanas chegou a R$ 3,38 bilhões até abril deste ano. Em média, cada empreendimento possui débitos de aproximadamente R$ 15,94 mil. O cenário é reflexo de um ambiente econômico desafiador, marcado por juros elevados, dificuldade de acesso ao crédito e problemas no fluxo de caixa, especialmente entre pequenas e médias empresas.

No Brasil, a inadimplência empresarial também atingiu níveis recordes. São cerca de 9 milhões de empresas negativadas, somando um total de R$ 220,9 bilhões em dívidas.

Dados da Serasa indicam ainda que cerca de 20% das dívidas empresariais têm instituições financeiras como credoras, evidenciando o peso do sistema bancário nesse cenário.

Para evitar que o crédito se torne um problema, a recomendação é investir em controle rigoroso das finanças, com atenção ao fluxo de caixa e à separação entre recursos pessoais e empresariais. Também é importante evitar a dependência de linhas de crédito de curto prazo e manter retiradas compatíveis com a realidade do negócio.

Quando a situação se agrava, a saída pode ser buscar alternativas como a recuperação judicial. O mecanismo permite reorganizar as finanças e preservar a atividade da empresa. No ano passado, cerca de 2,5 mil empresas brasileiras recorreram a esse recurso, com destaque para os setores de Agropecuária e Serviços.

Especialistas reforçam que planejamento financeiro, controle de custos e análise cuidadosa antes da contratação de crédito são fundamentais para evitar que dificuldades momentâneas evoluam para crises mais graves e comprometam a continuidade das empresas.

Por Viliane Gomes