logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
GeralSaúde

Metade dos pacientes com Covid têm sequelas que podem passar de um ano


  • 11 de maio de 2022 às 17h11min

Fadiga está entre as principais queixas
(Imagem: Reprodução/ Internet)

Um estudo divulgado pela a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) afirmou que metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentaram sequelas que podem perdurar por mais de um ano. De acordo com o estudo, os pesquisadores identificaram 23 sintomas após o término da infecção aguda. Cansaço extremo, insônia e dificuldade em realizar atividades do dia-dia estão entre as queixas relatadas pelos pacientes.

O estudo acompanhou durante 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção em 2020 e 2021 e verificou que 324 deles (50,2%) tiveram sintomas pós-infecção, caracterizando o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica de covid longa.

A fadiga, que é caracterizada por cansaço extremo e dificuldade para realizar atividades rotineiras, foi relatada por 115 pessoas, ou seja, 35,6% dos pacientes acompanhados. Outras sequelas relatadas foram tosse persistente, dificuldade para respirar, perda do olfato ou paladar, dores de cabeça frequentes e trombose. Foram constatados ainda transtornos como insônia, relatada por 8% dos pacientes acompanhados, ansiedade e tontura. 

A pesquisa constatou ainda a presença de sete comorbidades, como hipertensão arterial crônica, diabetes, cardiopatias, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e tabagismo ou alcoolismo, levou à infecção aguda mais grave e aumentou a chance de ocorrência de sequelas.

As sequelas foram constatadas em pacientes que tiveram desde a forma mais leve ou assintomática até a mais grave de covid-19. Na forma grave, de um total de 260 pacientes, 86, ou seja, 33,1%, tiveram sintomas duradouros. Entre os 57 diagnosticados com a forma moderada da doença, 43, isto é, 75,4%, manifestaram sequelas e, dos 329 pacientes com a forma leve, 198 apresentaram sintomas meses após o término da infecção aguda.

Por Lucas Medeiros

[instagram-feed feed=1]