logo logo

Já imaginou a sua marca sendo divulgada na Rádio Cidade?

Cidade ADS

Divulgue aqui e aumente suas vendas.

conheça nossos planos

81 98253-5080

Caruaru / PE

Estr. do Alto do Moura - Distrito Industrial, Caruaru - PE, 55040-120

Fonte: 81 99878-0997 whatsapp

[email protected]
Bom Dia Cidade
Especial de Sábado
Emoções
O Som da Modinha
No Ritmo da Noite
Cidade é Sucesso
Pra Relaxar
Bailão da Cidade
Manhã Cidade
Na Cola do Vigia
Playlist da Cidade
Cumplicidade
NBDC
Encontro com o Passado
VPOQ
Sua Tarde é Show
A Cidade é Show
Lira Farma
Pra Relaxar w
Investigação

Ministério Público avalia exumação do cão Orelha para esclarecer morte em Florianópolis


  • 10 de fevereiro de 2026 às 13h46min

Falta de imagens das agressões levou o MPSC a considerar novos exames periciais no corpo do animal comunitário. (Foto: Reprodução)

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) estuda pedir à Justiça a exumação do corpo do cão comunitário conhecido como Orelha, morto após sofrer agressões em Florianópolis. A medida é analisada devido à falta de imagens que registrem diretamente o momento dos maus-tratos, o que tem dificultado a conclusão da investigação. Segundo o órgão, novos exames periciais poderiam ajudar a identificar com mais precisão a causa da morte e possíveis sinais de violência.

O inquérito policial aponta um adolescente como suspeito de agredir o animal, enquanto três adultos da família dele foram indiciados por suposta coação contra um porteiro que teria testemunhado o caso. As gravações analisadas até agora não mostram as agressões, o que levou o MP a buscar alternativas técnicas para reconstruir os fatos. A eventual exumação ainda depende de autorização judicial.

Orelha vivia há cerca de dez anos nos arredores da Praia Brava e era cuidado coletivamente por moradores, que garantiam alimentação e abrigo. Após desaparecer por dois dias, ele reapareceu gravemente ferido, foi socorrido, mas precisou ser sacrificado devido à gravidade das lesões. Exames descartaram atropelamento e indicaram agressões, e o caso segue sob investigação em sigilo.

Por Millena Galvão