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Morre aos 106 anos Luiz Bangbala, referência do candomblé no Brasil


  • 17 de fevereiro de 2026 às 13h31min

Ogan mais antigo do país deixa legado de mais de oito décadas dedicadas à religião e à cultura afro-brasileira. (Foto: Divulgação)

Luiz Ângelo da Silva, conhecido como Ogan Bangbala, morreu no último domingo (15), no Rio de Janeiro, aos 106 anos. Reconhecido como o ogan mais velho do Brasil, ele dedicou mais de 80 anos ao candomblé e será sepultado nesta terça-feira (17), no Cemitério Jardim Mesquita, na Baixada Fluminense.

Internado desde 31 de janeiro no Hospital Municipal Salgado Filho por complicações renais, Bangbala teve a morte comunicada pela mulher dele, Maria Moreira, em redes sociais. Nascido em Salvador em 1919, foi iniciado ainda jovem no candomblé e assumiu a função de ogan, responsável por conduzir os atabaques e o ritmo das cerimônias. Mais tarde, mudou-se para Belford Roxo, onde viveu até morrer.

Além da atuação religiosa, Bangbala foi um dos fundadores do afoxé Filhos de Gandhy no Rio de Janeiro e gravou dezenas de álbuns de cânticos em iorubá. O trabalho dele foi reconhecido nacionalmente: em 2014 recebeu a Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República, foi homenageado pela Unidos do Cabuçu em 2020 e virou tema de exposição no Centro Cultural Correios em 2024.

Bangbala deixa um legado que atravessa gerações, consolidando-se como símbolo da resistência e da preservação da identidade afro-brasileira.