No Dia Da Visibilidade Trans conheça os serviços oferecidos pela Atraca, em Caruaru

O Dia Nacional da Visibilidade Trans é comemorado neste sábado (29). De acordo com um levantamento feito pela ONG Transgender Europe, o Brasil é o país que mais mata, em números absolutos, pessoas trans em todos o mundo. Segundo dados da União Nacional LGBT, a expectativa de vida de um transgênero no Brasil é de apenas 35 anos. Uma pessoa trans nasce biologicamente homem ou mulher, mas não se identifica com o sexo biológico.
A data de 29 de janeiro foi instituída para aumentar a conscientização sobre a letra T da sigla LGBTQIA+, que representa pessoas travestis, transexuais e transgêneros. Em 2004, nessa data, ocorreu a primeira mobilização organizada LGBTQIA+ para reivindicar direitos na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Mulheres transexuais, homens trans e travestis lançaram a campanha “Travesti e Respeito” e assim promover cidadania e respeito entre as pessoas.
Esta mobilização foi a primeira nacional e organizada pela população trans. A partir deste ato, o Governo Federal atendeu a diversas reivindicações. O Ministério da Saúde formalizou um compromisso com esta população e criou um comitê técnico específico para pensar em políticas públicas para ela.
A visibilidade, luta e os direitos das pessoas trans devem ser entendidos pela população, mesmo quem não faz parte da comunidade trans, precisa combater a transfobia. A coordenadora de Diversidade de Caruaru, Stephanie Fechine, traz detalhes de como a Associação de travestis e transexuais (Atraca) atua na Cidade e a importância da visibilidade trans. Confira:
Por Gabriela Mendes
