Pernambuco reúne mais de 1,8 mil MEIs e agricultores cadastrados no Contrata+Brasil

Microempreendedores individuais (MEIs) e agricultores familiares de Pernambuco já receberam mais de R$ 2,9 milhões em contratações realizadas por órgãos públicos por meio da plataforma Contrata+Brasil. A iniciativa facilita o acesso de pequenos fornecedores a oportunidades de negócios com o poder público e, desde o lançamento, vem ampliando a participação desses profissionais nas compras governamentais.
Até meados de outubro de 2026, foram firmados 570 contratos no estado, envolvendo serviços de pequenos reparos, fornecimento de alimentos e atividades institucionais. Atualmente, Pernambuco conta com 995 microempreendedores individuais, 880 produtores da agricultura familiar e 149 órgãos públicos cadastrados na plataforma.
Uma das propostas do Contrata+Brasil é simplificar o contato entre compradores públicos e pequenos fornecedores. Por meio do sistema, os participantes podem acompanhar oportunidades de contratação e receber notificações pelo WhatsApp, o que facilita o acesso às demandas e reduz barreiras para quem deseja fornecer produtos ou serviços à administração pública.
Lançado em fevereiro de 2025, o programa já ultrapassou a marca de R$ 100 milhões em contratações em todo o país. Ao todo, são cerca de 3 mil órgãos e entidades públicas e 45 mil fornecedores cadastrados na plataforma, que reúne oportunidades em diferentes áreas e busca ampliar a participação de pequenos negócios nas compras governamentais.
Em Pernambuco, os resultados demonstram a presença de microempreendedores e agricultores familiares nesse mercado. A plataforma permite que esses profissionais tenham acesso a novas oportunidades de renda, enquanto os órgãos públicos podem contratar serviços e adquirir produtos de fornecedores locais.
A iniciativa também contribui para aproximar a administração pública dos pequenos negócios e da produção rural familiar, criando alternativas de comercialização e ampliando as possibilidades de participação desses segmentos nas contratações governamentais.
Por Jorge Brandão
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