Rio confirma 11 casos de Mpox em 2026

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro confirmou 11 casos de Mpox em 2026. As infecções foram registradas principalmente na capital. Até o momento, não há mortes relacionados à doença.
Segundo a pasta, foram notificados 51 casos suspeitos, dos quais 11 tiveram confirmação laboratorial. O número representa uma redução de 31% em relação ao mesmo período de 2025, quando 16 casos haviam sido confirmados. No ano passado, o estado registrou 117 infecções, sem mortes. Em 2024, foram 328 confirmações entre mais de mil notificações, também sem óbitos.
Em nível nacional, o Ministério da Saúde contabiliza 88 casos de Mpox em 2026, concentrados sobretudo em homens de 30 a 39 anos. São Paulo lidera o ranking, com 40 confirmações, seguido pelo Rio de Janeiro (11), Porto Velho (4), Porto Alegre (2), Belo Horizonte (2) e Brasília (1).
A Mpox é causada pelo vírus MPXV e pode ser transmitida pelo contato próximo com pessoas infectadas, especialmente por via sexual. Os sintomas iniciais incluem febre súbita, dores musculares, calafrios e fadiga, seguidos por erupções cutâneas após alguns dias.
O tratamento é baseado em medidas de suporte clínico, e a vacinação é restrita a grupos de maior risco, como pessoas vivendo com HIV/Aids em condição de imunossupressão, profissionais de laboratório que lidam com Orthopoxvírus e indivíduos que tiveram contato direto com casos suspeitos ou confirmados.
A Organização Mundial da Saúde recomenda evitar contato físico com pessoas infectadas e não compartilhar objetos pessoais, como roupas e toalhas. Profissionais de saúde devem utilizar equipamentos de proteção individual durante o atendimento.
