Teste aponta quantidade excessiva de bactérias em bolsas

Elas servem para guardar de tudo. As bolsas deixaram de ser somente um acessório e se tornaram uma necessidade. Documentos, celular, carteira, maquiagem e vários outros objetos cabem dentro dela. Na correria do dia-a-dia a bolsa é a principal companhia da mulher.
Mas o que muita gente não sabe é que além de todos os pertences, a bolsa pode estar levando também diversas bactérias para dentro de casa, isso porque é comum deixá-la no chão, no piso do carro, depois na mesa, na cama, entre outros.
A atual miss caruaru, Hannah Gomes, tem uma vida corrida, são vários compromissos como modelo. “A bolsa está sempre comigo e as vezes acabo deixando em qualquer lugar”, disse.

Convidamos um biomédico para colher amostras de duas bolsas de Hannah. Uma que ela usa e higieniza com frequência e outra menos utilizada. De acordo com o Biomédico Agenor Jácome, o procedimento pretende mostrar a quantidade de bactérias que estão escondidos nas bolsas.
A coleta das amostras foi feita com suabs, uma espécie de cotonete. O conteúdo foi levado ao laboratório, onde foi realizado o processo chamado de inoculação. No experimento, o biomédico passa os suabs em dois recipientes chamados meios de cultura, um para a bolsa mais higienizada e outro para a mais suja. Depois, eles foram guardados em uma estufa bacteriana.

A conclusão da amostra saiu no dia seguinte. O resultado foi surpreendente. A quantidade de bactérias (pontos brancos) na bolsa suja foi elevada. A que recebe higienização com frequência ainda mostrou poucas bactérias. De acordo com o Biomédico Agenor Jácome, a atenção diária com a higienização é importante para evitar números alarmantes de bactérias. O mesmo cuidado é válido para bolsas masculinas. “A limpeza dos utensílios é de extrema importância, podendo ser utilizados álcool 70%, detergente e outros materiais, desde que não danifiquem o material das bolsas”, completou.
Por João Neto
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